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dia 9 de março esteve no Geeak de Munique a conferencista
espírita de Minas Gerais Brasil Juselma Coelho
falando sobre as causas, consequências e tratamento
das obsessões.
A obsessão é uma intervenção voluntária
e persistente de um espírito desencarnado sobre um
encarnado ou vice-versa, com o intuito de transtornar, desajustar
e aprisionar o objeto desejado imobilizando-o na estagnação.O
sujeito fica sem ação. Juselma explica que os
processos obsessivos vão encontrando espaços
em nossa vidas por diversas razões e nós mesmos
somos os responsáveis por permitirmos a entrada desses
espíritos obsessores mesmo que de uma forma inconsciente.
À medida que vamos evoluindo moral e espiritualmente
passamos por estágios onde, sem percebermos, deixamos
clarões em nossa caminhada. Estes clarões
são momentos onde estamos mais egoistas, mais orgulhosos,
mais vaidosos, baixando o nosso padrão vibratório,
abrindo as portas para o negativo. Neste piscar de olhos os
obsessores entram em nossa vidas. Identificar e classificar
um obsessor é tarefa para os que têm a mediunidade
desenvolvida e constante vigília no caminho do bem.
A palestrante explica que existem vários tipos de obsessores:
Uns podemos ter conquistado pelas faltas que tivemos em nossas
vidas passadas; Outros são os inimigos das pessoas
que tentamos ajudar; Num terceiro grupo classificam-se os
que estão insatisfeitos com o progresso moral que contribuimos
em elevar no grupo de trabalho, amigos, vizinhos, etc; E para
finalizar existem os obsessores inimigos da Divulgação
da Doutrina Espirita no Mundo, e portanto inimigos daqueles
que acreditam nela. Naturalmente que o contraponto deste grupo
negativo é a magnitude de todos os amigos espirituais
que cultivamos. Aqueles que ajudamos no passado e no presente,
principalmente aqueles que não desejam o nosso bem
e incondicionalmente ajudamos. Esta atitude é um dos
pilares da evolução e reforma íntima
tão almejada pelos seguidores do Espiritismo. Unida
a oração constante e com muita fé, ao
passe com o pensamento elevado a Jesus os obsessores se mantém
respeitosamente distanciados da pessoa. Desta forma o sujeito
retoma seu estado natural e reconquista a inclusão
na vida cotidiana com alegria e esperança retornando
as suas atividades normais.
Autora: Rosani Erhart Schlabitz
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